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ÁGUA
POTÁVEL
A recente convicção de que a água é um recurso natural cada vez mais escasso tanto em quantidade como em qualidade, motiva a atual mobilização dos Organismos Internacionais de defesa do Meio Ambiente pela preservação e pelo correto uso da água potável disponível diante da constatação de sua escassez em futuro muito próximo. As análises da UNESCO, que em trabalho publicado recentemente (World Water – preconiza que a água é um recurso finito e vulnerável, essencial para sustentação da vida, do desenvolvimento e do meio ambiente), conclui que de toda água retirada da natureza destina-se 80% à agricultura irrigada, 12% aos processos industriais e 8% ao consumo humano. Constatando que do volume total destinado à agricultura apenas uma pequena parte é efetivamente utilizada pelas plantações, o restante perde-se por deficiências nas instalações de irrigação, negligencias nestas operações ou simplesmente por mau uso da água destinada para tal fim. Como agravante, existe o hábito de se irrigar plantações durante a noite no anseio equivocado de que assim, não havendo evaporação e com o solo frio, se está economizando água. Somando-se a isto, o baixo custo da energia elétrica usada à noite, que induz os usuários de irrigação na agricultura intensiva, embasados na Capacidade de Campo, a promoverem um grande aporte de água durante este período, esperando que os solos a retenham até o momento de sua utilização pelas plantações. O que na realidade não ocorre devido à porosidade dos solos, que drena a maior parte desta água. Conclui-se então, que está havendo consumo desnecessário de água potável. Quanto à proteção dos mananciais subterrâneos, o procedimento atual na maioria dos casos resume-se a instalação de poços no contorno de depósitos de substancias contaminantes e aterros sanitários, para coleta e análise de possíveis infiltrações que possam atingir e contaminar as reservas subterrâneas de água. Ficando
evidente que desta forma a identificação é obtida
após a contaminação haver ocorrido. Como atenuante, o mercado disponibiliza sistemas de controle e automatização dos sistemas de irrigação, que operam por intervalo de tempo entre os ciclos de rega, dotados de sensores de chuvas, e em alguns casos também de sensores eletro resistivos ou condutivos de umidade de solo. Estes sistemas aportam quantidades preestabelecidas de água nas plantações em períodos também predeterminados para cada cultura, segundo a Capacidade de Campo de cada tipo de solo. Sem considerar os processos fotossintéticos que deflagram as solicitações hídricas dos Vegetais. A CONTRIBUIÇAO •
O USO EFICIENTE DA ÁGUA POTÁVEL •
A PROTEÇÃO DOS MANANCIAIS Constituindo-se
em uma Inovação Tecnológica destinada a proporcionar
o uso eficiente da água na irrigação e a proteção
ambiental.
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